Apple Cores é o mais recente álbum do saxofonista nova-iorquino James Brandon Lewis, uma das vozes mais intensas e provocadoras do jazz atual. Enraizado no jazz e influenciado pelo hip-hop e pelo funk, o disco - amplamente elogiado pela crítica - nasceu de um processo coletivo e totalmente improvisado. Em Espinho, Lewis apresenta-se com Josh Werner (baixo elétrico) e Warren “Trae” Crudup III (bateria).
Em 2025, os Lavoisier regressaram com era com h, juntando dez poetas e três novos músicos, e apresentando-se pela primeira vez em formato quinteto. O projeto celebra a poesia contemporânea com textos inéditos e, neste concerto, conta ainda com o Ensemble Vocal da Escola Profissional de Música de Espinho.
O piano jazz a solo é um registo íntimo e exigente. Mário Laginha, um dos músicos portugueses mais experientes neste formato, regressa com “Retorno”, o seu segundo álbum a solo, após “Canções e Fugas” (2006). Neste recital, apresenta novas criações e influências das colaborações recentes com Camané, num regresso aguardado a uma sala que conhece bem.
Em 1926, Louis Armstrong gravava com os Hot Five e Hot Seven, lançando as bases do jazz que inspirariam Miles Davis e John Coltrane. Este concerto celebra o centenário destes mestres, destacando a inovação, a coragem e o legado que transformou a música do século XX. Da cumplicidade do First Great Quintet à revolução de Kind of Blue e à espiritualidade de Coltrane, a Orquestra de Jazz de Espinho junta-se aos solistas Hermon Mehari e Seamus Blake para homenagear estes ícones do jazz.
Após o sucesso nos palcos europeus, Yilian Cañizares regressou ao estúdio para criar Vitamina Y, um álbum muito pessoal, composto no final de 2024 com os seus dois colaboradores. O projeto funde ritmos afro-cubanos, energia do jazz, profundidade clássica e pulsação africana, num universo vibrante e multifacetado que ganha vida neste concerto de ritmos contagiantes.