Apple Cores é o mais recente álbum do saxofonista nova-iorquino James Brandon Lewis, uma das vozes mais intensas e provocadoras do jazz atual. Enraizado no jazz e influenciado pelo hip-hop e pelo funk, o disco - amplamente elogiado pela crítica - nasceu de um processo coletivo e totalmente improvisado. Em Espinho, Lewis apresenta-se com Josh Werner (baixo elétrico) e Warren “Trae” Crudup III (bateria).
Não se canta à mesa?!
Quem disse?
Esse objecto espectacular, ponto de encontro, muro de lado, tecto de insecto, chão levantado, tantas vezes rectangular! E se uma canção ajudar a fazer a digestão? E a mudar de opinião? Pedimos licença logo na entrada, viramos as regras de pernas para o ar e só saímos da mesa quando a canção acabar. É que boca que pensa não fica calada! E ainda falta a sobremesa, que é imaginada.
Um concerto cantado a quatro cantos… da mesa.
Em 2025, os Lavoisier regressaram com era com h, juntando dez poetas e três novos músicos, e apresentando-se pela primeira vez em formato quinteto. O projeto celebra a poesia contemporânea com textos inéditos e, neste concerto, conta ainda com o Ensemble Vocal da Escola Profissional de Música de Espinho.
O piano jazz a solo é um registo íntimo e exigente. Mário Laginha, um dos músicos portugueses mais experientes neste formato, regressa com “Retorno”, o seu segundo álbum a solo, após “Canções e Fugas” (2006). Neste recital, apresenta novas criações e influências das colaborações recentes com Camané, num regresso aguardado a uma sala que conhece bem.
Criado no ambiente cosmopolita de Beirute, Rabih Abou-Khalil começou a tocar oud aos quatro anos e tornou-se um compositor singular e inovador. Ao cruzar a música clássica ocidental e árabe, criou uma linguagem rítmica e melodicamente complexa, ao mesmo tempo estranha e familiar. Neste concerto, apresenta a sua mestria instrumental, virtuosismo e a dimensão poética da cultura árabe.