de 20 de junho a 24 de julho Foyer do Auditorio de Espinho | Academia
Foi na adolescência que Egídio Santos começou a gostar de Jazz. A paixão aumentou com o filme À Volta da Meia-Noite, de Bertrand Tavernier, que o fez descobrir (e adorar) Dexter Gordon. Os "5 minutos de Jazz", de José Duarte e os conselhos da Fernanda, da "Mundo da Canção", na Rua Passos Manuel, no Porto, foram decisivos para que o Jazz o acompanhasse para o resto da vida. Em 1988 começou a estudar fotografia e, a partir desse momento, a máquina começou a acompanhá-lo para alguns dos muitos concertos a que assistiu. O fascínio pelas capas (e as fotos) de muitos discos de jazz ajudou a juntar as duas paixões. O que aqui se mostra é uma pequena seleção do que foi vendo e ouvindo ao longo dos anos.
Egídio Santos (Porto, 1970)Curso Fotografia da ESAP, tem uma carreira de 36 anos repartida entre o fotojornalismo (O Independente, Exame, Jornal de Negócios) e a fotografia de autor.
Alguns dos livros publicados: Cister no Vale do Douro; O Tempo da Festa; Este Rio, Este Vale; O Porto e as Igrejas; Folia; Vozes ao Alto; Côa Douro, para uma memória futura; AmorAmar, Afurada; Dias Felizes, um olhar sobre a Festa do Avante!
Participou em mais de 40 exposições individuais e colectivas: Arquiteturas da Paisagem Vinhateira Marcos da Demarcação Rostos dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo Os Bairros do Porto O Porto e as Igrejas Oito espaços para sete olhares Bienal de Arte de Gaia Bienal Festa do Avante! Folia Côa Douro, para uma memória futura
Menção honrosa Associação Portuguesa de Museologia
Menção Honrosa Bienal Internacional de Arte de Vila Nova de Gaia.
Representado nas colecções do Centro Português de Fotografia, Museu do Douro, Museu do Côa, entre outras.
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Instagram: egidiosantosfoto