Play False | Associação Cultural / Escola Profissional de Música de Espinho
São Castro direção coreográfica Rui Rodrigues direção musical Diogo M. Santos, Matilde Barbas, Nara Gonçalves, Nuno Velosa intérpretes / bailarinos Grupo de Percussão da Escola Profissional de Música de Espinho - António Ferreira, Hugo Oliveira, Pedro Leal, Tomás Marques intérpretes/ músicos Cárin Geada desenho de luz Alexej Gerassimez, Ty Ellender, Pascal le Boeuf, Emma O’Halloran, Ivan Trevino, Giovanni Sollima, Viet Cuong, John Psathas, Joan Sebastian Bach música PLAY FALSE | associação cultural produção Auditório de Espinho - Academia, Teatro Viriato coprodução Estúdios Vitor Córdon / OPART, Teatro Viriato, Escola de Dança BalletVita apoio à criação e residências artísticas
Numa interseção entre música ao vivo e movimento coreográfico, numa parceria entre a Play False | associação cultural e o Grupo de Percussão da Escola Profissional de Música de Espinho, esta criação parte da ideia de impacto - sonoro, físico, coletivo. Um impacto interrompe, desloca, provoca. Na percussão, um batimento, um choque, uma colisão interrompe o silêncio e provoca uma reação. No corpo, a presença manifesta-se e responde com intensidade, num território aberto à subjetividade. Como se mede um impacto, quando este depende de quem o recebe, sente, interpreta? This is not a protest, parte do intervalo entre o que vemos e aquilo que representa, abrindo espaço para diferentes sentidos. Num tempo em que os corpos e os gestos podem adquirir uma dimensão política, esta peça interroga a liberdade de movimento, a ambiguidade do gesto e o que significa estar em coletivo.
A PLAY FALSE é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes, e conta com o apoio do Município de Viseu
Dmitry Smirnov violino
IGREJA MATRIZ DE ESPINHO
"The Tenor Voice"